Vida Saudável

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mai/2017 - Glico 2

Cuidados com a pele de quem tem diabetes tipo 2

Quem sofre com o diabetes tipo 2 e ainda não tomou consciência de que é preciso mantê-lo sempre controlado, sabe que pode se deparar com problemas ainda maiores. Entre eles estão os cortes e contusões que demoram para cicatrizar e curar.¹

Algumas vezes, essas feridas, que podem vir de cortes, escoriações ou bolhas, podem levar mais de semanas para estarem totalmente fechadas. Quando você se corta ou se queima, por exemplo, o seu corpo começa um processo de três etapas para reparar a pele danificada.²

O primeiro procedimento é a resposta do sistema imunológico sobre a ferida e, dessa maneira, evitar o aparecimento de infecções. Já a segunda etapa é o trabalho de novas células (a crosta) sobre a ferida. Por fim, forma-se o tecido da cicatriz, o que significa que, finalmente, está tudo curado.²

Tempo de cicatrização

O que acontece é que algumas feridas cicatrizam facilmente, enquanto outras podem levar mais tempo, por conta da gravidade, ou então, por causa do estado de saúde do paciente. E é aí que entra o diabetes tipo 2.²

Os altos níveis de glicose no sangue causados pela doença descontrolada podem, com o passar do tempo, afetar os nervos (a chamada neuropatia) e levar à má circulação sanguínea, tornando-se difícil para o sangue - necessário para a reparação da pele - chegar até as áreas do corpo afetadas pelas feridas.²

Com isso, o tempo de cicatrização pode levar meses, aumentando o risco de surgirem infecções vindas por fungos e bactérias, além de gangrena. A coisa realmente é séria, por isso, manter os níveis de glicose no sangue controlados contribui bastante na redução do risco no tempo de cicatrização de feridas.²

Feridas nos membros inferiores

Quando a cicatrização se torna lenta em feridas nos pés de quem tem diabetes, é preciso ficar ainda mais em alerta. Isso porque, se não for tratada corretamente, pode aumentar o risco de uma amputação.²

Por isso a importância dos diabéticos verificarem diariamente os seus pés e alertarem seus médicos caso apareça qualquer sinal de dano na região. Isso porque o profissional da saúde será capaz de identificar o problema e recomendar o melhor remédio, além, é claro, de alertar sobre os níveis descontrolados de glicemia.²